Acostumada a perder coisas, não se importou por não encontrar mais o par do brinco preferido, a blusa que instantaneamente sumiu depois daquele sabado, ou o par da sandalha que misteriosamente desapareceu depois da festa (voltaria com um pé só para casa?).
Logo, perder pessoas não poderia ser tão diferente.
Esta acostumando-se a perder.
Esta noite, esta contente por não procurar.
terça-feira, 28 de junho de 2011
quinta-feira, 23 de junho de 2011
O silêncio. Assim, mortal, direto e cru. Tanta coisa para falar, num alvoroço de pensamentos em minha cabeça, e o silêncio é a única coisa que sai de minha boca, porque as palavras não podem expressar o que quero dizer.
E as palavras não venceriam a sua cara de desdém. Nem sua verdade, sempre absoluta. Nem seu incômodo exagerado com a minha presença.
O nosso silêncio, talvez, seja a única coisa de respeito que podemos nos dar.
Que assim seja, então.
E as palavras não venceriam a sua cara de desdém. Nem sua verdade, sempre absoluta. Nem seu incômodo exagerado com a minha presença.
O nosso silêncio, talvez, seja a única coisa de respeito que podemos nos dar.
Que assim seja, então.
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