sábado, 19 de fevereiro de 2011

 Talvez seja verdade mesmo essa história de vidas passadas. A afinidade é tal ponto, que chego a pensar que fui abençoada com alguns amigos que tenho.
 Não gosto de me apegar tanto assim às pessoas. A separação dói.
 Sinto que tenho que continuar insistindo , mesmo quando isso implica em sofrimento.
 Não, eu quero paz. De espírito. De coração.

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

 Vontades repentinas de urgência de viver.
 Hoje lembrei que tem uma lista de coisas que tenho a fazer antes do ano que vem. Meus 26 anos vai ser o ano meais louco que eu puder ter.
 É. Urgência de viver é a melhor forma que encontro para cumprir minhas vontades.
 Se Joana pode voltar a ser quem sempre foi, para que atrapalhar?

sábado, 5 de fevereiro de 2011

 De tarde muitas conclusões pipocaram em minha cabeça. Como sempre, não vou lembrar nem de metade do que eu estava mastigando durante a tarde toda com meu cérebro que hoje fundiu.
 Acho que minhas reações estão ficando imprevisíveis e isso esta me deixando para baixo. Eu não deveria ter saído para o lugar que todo mundo estaria presente. A dor é menor se me conformo em não fazer parte das coisas que acho que fazem parte de mim.
 E foi isso uma das coisas mascadas hoje. O que sou eu, o que acho que é o outro, mas também é meu. Tudo sempre anda como se um pedaço de mim estivesse sempre faltando. E é terrível acordar sentindo-se mais uma vez despedaçada.
 Voltei a ter 10 aninhos ontem. Como nos bailinhos de colégio, que eu quando era criança detestava. Eu fui uma menina muito tímida no começo do colégio. A garotinha deslocada do óculos grande e cor de rosa.
 
 Me espatifei no chão e não consegui levantar. Fiquei olhando para as minhas mãos, imaginando que eu poderia cavar um buraco, e me teletransportar para meu quarto, `a prova dos sentimentos mais cretinos que me rondavam e agora estavam ali, se manifestando numa ebriedade insana.

 Não sou apegada a bens materiais, mas perder meu defy foi golpe baixo.
 Eu poderia morrer só um pouquinho hoje. Ou uma boa alma poderia me levar embora de São Paulo, para bem longe de Mogi, numa casa onde eu nunca pisei, com música que não conheço, um espaço sem meu passado.

 Quando me sinto pra baixo, tento lembrar o que me fazia ficar bem. Esta um pouco perdido, como toda a bagunça das coisas em minha vida...

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Na vida, há começo , meio, e fim. Na morte, há começo, meio e fim.  Não há vida eterna. Não há morte eterna.

E presume-se que tb não existem amores eternos.

A aplicabilidade da filosofia budista na vida real , em todos os aspectos, me fascina.



Na realidade a gente nasce achando que não vai morrer...
vive achando que as coisas são eternas
supervaloriza pessoas
inferioriza a felicidade simples, e a solidão.

Sendo que passamos a vida inteira e morremos, sozinhos.

Muita coisa pra minha cabeça pensante. E como diz o meu querido terapeuta... "Vi, vc é analitica demais".

Ok, vou dormir.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

 Bem ele teve razão quando disse que eu não sabia aceitar os fatos e as coisas e todas as coisas que envolvem os fatos e as coisas . Sim é assim meio estranho e complicado, mas descomplicando tudo, eu não sei aceitar que alguém não me aceitou mais,
 Foi tão dificil assim tomar uma decisão tão simples, que parece que estou presa nisso e não vou sair mais. Posso me mudar de apartamento como fiz tantas vezes. De emprego, de cidade, e até de país... para chegar ao mesmo ponto de sempre.

 Só uma paixão avassaladora para me tirar desse mundo agora. E já sabemos que paixões avassaladoras tem prazo de validade, o meu já passou.