Como passar 8 horas do seu dia digitando, falando ao telefone, calculando números e sorrindo, ao mesmo tempo?
Antes de dormir tome 1 paxtrat. E pela manhã, 1 xícara de nespresso e 1 neosaldina.
Estou tão acelerada que posso subir a Teodoro a pé hoje, de salto, com uma mochila de 7 kilos nas costas.
...
Não consigo achar um tema decente para meu autoral. Já pensei em zilhões de coisas, de fotografar gatos a colocar espelhos na av. paulista, mas não sai, estou com um tijolo de bloqueio mental eterno.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
sexta-feira, 21 de maio de 2010
..é uma confusão de sentimentos, porque algo em mim esta bravo demais com tudo e exige que ela tome providências...e Ela só dá o próximo passo quando não há mais saídas.
Ela só se joga quando a queda é certa.
E apesar de saber que não deve imaginar quedas, e deveria manter-se longe dos pensamentos que insistem em sabotar o dia amarelo-feliz que surgiu em meados de Abril, ela pressente que a queda é iminente.
Hoje queria chorar tanto, até sair nadando pelo ralo do banheiro. Foram 45 minutos de um sofrer abafado, dentro do banheiro mais afastado que existia, até alguma alma perdida entrar também no mesmo banheiro, provavelmente querendo também um pouco de paz.
E assim terminou aquele comercial de margarina que estava durando até demais.
Não sei quando foi que começou a dar créditos aos comerciais de margarina.
Ela não tem coragem mais de repetir para si mesma que esta vivendo tudo de novo outra vez, e mais uma vez. O Dr. Roberto não sabe que a surra que ela levou ainda dói, e ela nem consegue também dizer que algo de tanto tempo atrás esta presente. A Dra. Renata não acha válida a desculpa de querer parar o tratamento...às vezes parecem que eles são da família.
Talvez ela deva apelar ao google. Sim, o google deve ter uma solução. Não durma, a noite será longa...
Mas seu coração esta bravo demais para deixa-la em paz.
===
1 da manhã, e a falta das pílulas milagrosas esta fazendo a insônia voltar.
Tudo porque fiz um calculo errado do maldito dia em que deveria marcar o retorno na medica..e agora obviamente estou sofrendo todos os efeitos colaterais que a falta do remédio deve ocasionar. Que bosta. Dormir e comer deveria ser uma coisa fácil...não?
quarta-feira, 19 de maio de 2010
quinta-feira, 13 de maio de 2010
repeteco.
coragem... (21/05/09)
Acordou com a música que ouviu quinhentas vezes em menos de uma semana naquele mês de junho. Acordou, na verdade, antes da música tocar, porque acordar antes do despertador é como uma competição, que todos os dias ela ganha. Ganha porque não se deixa ser surpreendida. É, acordou por vontade própria, e não por causa de um maldito despertador. E não deixou-se ouvir muito da música, já sabe a letra de cor mas ouvir é como voltar no tempo. E ficou pensando, sentada no vaso, como todos os pensadores-de-vaso matinais devem fazer- e provavelmente, todas as grandes idéias devem sair de lá, e todas as pequenas também, e todas as sem fundamento, e todos os pensamentos loucos e sem sentido. E pensou. Era tão certo. Sabia o que era ser feliz lembrando a sensação de dirigir o carro ouvindo aquela música que tocou por tantas vezes às 11 da noite e às 5 da manhã nas voltas para casa. E se estava sozinha com certeza era melhor, dava para repetir no caminho por mais 2 vezes a mesma música, sem ninguém para reclamar em como gosta de ouvir a mesma música varias vezes. É , eu gosto do exagero. Vocês que ficam no meio termo, no não esgotamento das coisas, vocês não sabem qual o êxtase de fazer -se tudo até a última gota de vontade dar lugar ao esgotamento. Era feliz porque sabia que alguém esperava, ansioso a sua vinda. Mas era feliz também porque mesmo que não esperasse, ela iria de qualquer forma. Era feliz porque descobriu que aquilo era o que gostava de fazer, aqueles eram os que ela escolheu para estar, e aquele era o lugar definitivo que ela, extasiada, iria esgotar-se de ir até o momento em que ela não mais quisesse. E esta é a delícia de ser quem se é. Era feliz porque a noite iria terminar numa cama, aos sussurros bêbados de amantes ainda não declarados. Iria terminar a noite indo pra casa com vontade de ter mais no dia seguinte. E no dia seguinte, podia optar por não ter, mas o lugar, as pessoas, ainda estariam lá. E que mal haveria em se ter isso para sempre... meu deus, que mal há em querer este pequeno mundo, regado à pessoas que não querem nada da vida, só um pouquinho, em poucas horas de sua semana... ? Depois a vida volta à sua normalidade. E ela esta em um lugar que não escolheu,com pessoas que não escolheu, fazendo algo que também não é sua escolha, para matar o tempo até saber qual será, afinal, a sua escolha. Tem dias que ela não pensa em se casar ou ter filhos. Não quer dividir a cama por dias seguidos com ninguém. Na verdade, ela não quer crescer, nem ter sonhos de gente grande. Ela quer ter finais de semana de risada, insandecidos, sem preocupação, com gente que não quer nada mesmo e que a conhece e não exige respostas. Na verdade, ela não quer crescer. 10 minutos. É o tempo que leva para pensar, sozinha e com todas as caretas que ela pode fazer sem ninguém ali para julgar. 10 minutos, para se dar ao luxo de admitir que ela adoraria mandar tudo às favas, esquecer que ela tem um coração mole, e partir para outra. E continuar ouvindo aquela música, voltando para casa às 5 da manhã, sozinha. Mas a música acaba. E , com exceção desse cd, o resto é a trilha sonora de toda a continuação- porque toda história tem uma continuação. Ela não tem, coragem. É , ela não, tem coragem. O amor faz essas coisas.
Acordou com a música que ouviu quinhentas vezes em menos de uma semana naquele mês de junho. Acordou, na verdade, antes da música tocar, porque acordar antes do despertador é como uma competição, que todos os dias ela ganha. Ganha porque não se deixa ser surpreendida. É, acordou por vontade própria, e não por causa de um maldito despertador. E não deixou-se ouvir muito da música, já sabe a letra de cor mas ouvir é como voltar no tempo. E ficou pensando, sentada no vaso, como todos os pensadores-de-vaso matinais devem fazer- e provavelmente, todas as grandes idéias devem sair de lá, e todas as pequenas também, e todas as sem fundamento, e todos os pensamentos loucos e sem sentido. E pensou. Era tão certo. Sabia o que era ser feliz lembrando a sensação de dirigir o carro ouvindo aquela música que tocou por tantas vezes às 11 da noite e às 5 da manhã nas voltas para casa. E se estava sozinha com certeza era melhor, dava para repetir no caminho por mais 2 vezes a mesma música, sem ninguém para reclamar em como gosta de ouvir a mesma música varias vezes. É , eu gosto do exagero. Vocês que ficam no meio termo, no não esgotamento das coisas, vocês não sabem qual o êxtase de fazer -se tudo até a última gota de vontade dar lugar ao esgotamento. Era feliz porque sabia que alguém esperava, ansioso a sua vinda. Mas era feliz também porque mesmo que não esperasse, ela iria de qualquer forma. Era feliz porque descobriu que aquilo era o que gostava de fazer, aqueles eram os que ela escolheu para estar, e aquele era o lugar definitivo que ela, extasiada, iria esgotar-se de ir até o momento em que ela não mais quisesse. E esta é a delícia de ser quem se é. Era feliz porque a noite iria terminar numa cama, aos sussurros bêbados de amantes ainda não declarados. Iria terminar a noite indo pra casa com vontade de ter mais no dia seguinte. E no dia seguinte, podia optar por não ter, mas o lugar, as pessoas, ainda estariam lá. E que mal haveria em se ter isso para sempre... meu deus, que mal há em querer este pequeno mundo, regado à pessoas que não querem nada da vida, só um pouquinho, em poucas horas de sua semana... ? Depois a vida volta à sua normalidade. E ela esta em um lugar que não escolheu,com pessoas que não escolheu, fazendo algo que também não é sua escolha, para matar o tempo até saber qual será, afinal, a sua escolha. Tem dias que ela não pensa em se casar ou ter filhos. Não quer dividir a cama por dias seguidos com ninguém. Na verdade, ela não quer crescer, nem ter sonhos de gente grande. Ela quer ter finais de semana de risada, insandecidos, sem preocupação, com gente que não quer nada mesmo e que a conhece e não exige respostas. Na verdade, ela não quer crescer. 10 minutos. É o tempo que leva para pensar, sozinha e com todas as caretas que ela pode fazer sem ninguém ali para julgar. 10 minutos, para se dar ao luxo de admitir que ela adoraria mandar tudo às favas, esquecer que ela tem um coração mole, e partir para outra. E continuar ouvindo aquela música, voltando para casa às 5 da manhã, sozinha. Mas a música acaba. E , com exceção desse cd, o resto é a trilha sonora de toda a continuação- porque toda história tem uma continuação. Ela não tem, coragem. É , ela não, tem coragem. O amor faz essas coisas.
sexta-feira, 7 de maio de 2010
Impressionante a importância em saber dar a devida importância aos fatos, na devida quantidade...
Já reparou como um grão de areia pode ser tornar uma montanha se não focarmos no que realmente importa?
Estou aprendendo a andar com os grãos de areia dentro do sapato.
Há 1 mês atrás existia uma praia inteira dentro do meu quarto...
eu diria que consegui reduzir as coisas, dando a devida importância que elas merecem.
Já reparou como um grão de areia pode ser tornar uma montanha se não focarmos no que realmente importa?
Estou aprendendo a andar com os grãos de areia dentro do sapato.
Há 1 mês atrás existia uma praia inteira dentro do meu quarto...
eu diria que consegui reduzir as coisas, dando a devida importância que elas merecem.
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