Estava olhando para o passado, remoendo aquelas coisas que a gente odeia lembrar, mas é como um afago nos nossos cérebros - uma masturbação mental constante. Ai me deparei com o texto abaixo.
Eu reparei que nem parece que faz 1 ano desde aquela época filha da puta que passei em 2007. Sim, já faz mais de 1 ano que vivi o inferno de dante em minha cabeça perturbada. Eu que achei que não fosse sobreviver. Eu queria ter explodido mais. Se eu soubesse que no final eu ficaria bem, teria chutado o balde pra cima de todo mundo...
Bem, hoje decidi que voltarei para minha cidade.
Amanhã, vou ver se essa idéia ainda tem fundamento. Pq minha cabeça é assim, no final do ano eu acho que tudo deve mudar, me enlouqueço, largo tudo e mudo. E quando olho para trás, vejo que poderia ter sido tão diferente...
terça-feira, outubro 02, 2007
Por que é tão difícil mudar?
Hoje desci a rua pensando nisso. Por que é tão dificil as pessoas mudarem a forma de verem as coisas? Por que é tão dificil eu mudar uma atitude? Deveria existir um botão em nossa cabeça que tivesse a função de "mudar". Mudar. O trabalho te irrita? Mudar. A faculdade esta te consumindo? Mudar. Você esta fazendo tempestade no copo dágua? Mudar. Alguma coisa esta fazendo você perder a cabeça? Mudar.
Não conheço ninguém que tenha esta qualidade: aceitar mudanças facilmente. Flexibilidade. E não falo isso relacionado ao trabalho não, papinho de executivo imbecil do novo século. Eu tou falando das coisas simples que apoquentam a vida durante o dia, que nada tem a ver com trabalho.
Eu sou uma pessoa que planejo coisas que nunca acontecem. Planejo idas ao parque para tirar umas fotos. Planejo dormir cedo. Planejo usar o final de semana a meu favor. Planejo escrever. Planejo guardar dinheiro. Planejo viagens. Planejo , planejo, planejo. Eu acredito, às vezes, que de tanto planejar a coisa um dia vai sair, mas ela nunca acontece.
E o que eu não sei fazer ainda é planejar minhas vontades quando as coisas não saem como deveriam ser (na minha cabeça). Porque é tão dificil?
Tento achar novas formas de ver as coisas. Gostaria de me transformar em alguém melhor. Às vezes, me acho insuportável demais, tanto que penso como alguém poderia ficar ao meu lado com as atitudes que tenho. Me dá vontade de me dar um chacoalhão. Parece que dou um jeito de achar explicação para tudo e no final, as coisas não tem que ter explicação, eu que fico achando um ponto final em tudo que tenho que fazer.
Hoje também desci a rua pensando nas fotografias que gostaria de tirar de tanta coisa aqui na av paulista, mas não sobra tempo para fazer isso. Amanhã, decidi, vou andar com a câmera e usar meu pouco longo tempo de andarilha para tirar foto. Acordo cedo de qualquer jeito, ando pelo menso 20 minutos, por que não ?
Mudar. Eu só preciso ficar em paz.
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domingo, setembro 30, 2007
quando tudo vira nada
Quando o tudo vira nada, é hora de começar de novo. É preciso tomar cuidado para o chão não desabar, para não faltar os pilares, para as paredes não cederem de vez. Mas quando o tudo vira nada... não há muito o que fazer. Saia correndo por ai e mostre suas dores, dividir é o melhor remédio.
7:36 - 0 Comentários - 0 Kudos - Adicionar Comentário - Editar - Remover
terça-feira, 30 de setembro de 2008
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
searching...
Enquanto eu descia a rua comendo o maravilhoso milho da paulista, vim imersa em pensamentos insandecidos. É que passei o dia todo com sono, encostando na privada para dormir um pouco de meia em meia hora, e quando deu 6 da tarde o sono foi embora. Mas a raiva da vaca do andar de cima permanece- e aliás, só estou esperando a vadia retornar para seu recinto para que eu possa abordá-la pessoalmente. Já deixei o porteiro avisado e conto com a ajuda do zelador- se algo der errado eu dou um grito. Afinal nunca se sabe o que podemos esperar de uma louca varrida que deixa o filho débil mental sozinho em casa com um play station III recheado de jogos violentos ligado a madrugada inteira.
Enfim, ira à parte, eu pensei em como a fotos são importantes para mim. Eu só me dei conta em como eu estava me apaixonando rapidamente pelo meu atual namorado, depois de ver suas fotos. Quer dizer, eu simplesmente não tinha reparado ao vivo no sorriso espetacular que ele tinha, nos olhos meigos, no cabelo jogado, naquela simpatia e charme todo, até simplesmente ver as fotos dele no orkut. Sei que parece um absurdo, orkut é falso e ninguém coloca fotos feias no álbum, mas ocorre que eu já conhecia ele pessoalmente, só que não dá para você analisar tão bem o rosto de alguém (e eu digo bem porque preciso de horas olhando para absorver tudo de forma completa...) ao vivo sem ter um mínimo de intimidade. Ou vou me passar por louca, né? Coisa que já não é muito difícil...
Bem, o fato é fotografia pra mim é tão importante quanto a primeira impressão, e eu não consigo mais viver sem olhar para as coisas e imaginar que uma luz de canto com um obturador um pouco aberto iria dar uma bela cor, combinando com este ou aquele objeto...e ai vou vagando pela rua e quando vejo já estou passando do meu prédio.
Tem lixo demais na internet e eu fico extremamente sucetivel aos lixos cyberneticos quando estou ansiosa. Entrei num forum interessante onde supostamente ensinam a plantar maconha. Mas falam cada merda... que só me resta rir!
Olha, honestamente, eu gostaria de ser mais rígida, estúpida e cruel com as pessoas. Sou muito boasinha. Hoje vou testar minha habilidade em dizer algo sério para alguém que esta me incomodando, sem esboçar um só sorriso solidário. E depois da saga em esperar a vaca da vizinha retornar ao cafofo dela, eu vou contar aqui como que foi o diálogo pitoresco que fui obrigada a ter para me ver livre do tormento da madrugada...
Enfim, ira à parte, eu pensei em como a fotos são importantes para mim. Eu só me dei conta em como eu estava me apaixonando rapidamente pelo meu atual namorado, depois de ver suas fotos. Quer dizer, eu simplesmente não tinha reparado ao vivo no sorriso espetacular que ele tinha, nos olhos meigos, no cabelo jogado, naquela simpatia e charme todo, até simplesmente ver as fotos dele no orkut. Sei que parece um absurdo, orkut é falso e ninguém coloca fotos feias no álbum, mas ocorre que eu já conhecia ele pessoalmente, só que não dá para você analisar tão bem o rosto de alguém (e eu digo bem porque preciso de horas olhando para absorver tudo de forma completa...) ao vivo sem ter um mínimo de intimidade. Ou vou me passar por louca, né? Coisa que já não é muito difícil...
Bem, o fato é fotografia pra mim é tão importante quanto a primeira impressão, e eu não consigo mais viver sem olhar para as coisas e imaginar que uma luz de canto com um obturador um pouco aberto iria dar uma bela cor, combinando com este ou aquele objeto...e ai vou vagando pela rua e quando vejo já estou passando do meu prédio.
Tem lixo demais na internet e eu fico extremamente sucetivel aos lixos cyberneticos quando estou ansiosa. Entrei num forum interessante onde supostamente ensinam a plantar maconha. Mas falam cada merda... que só me resta rir!
Olha, honestamente, eu gostaria de ser mais rígida, estúpida e cruel com as pessoas. Sou muito boasinha. Hoje vou testar minha habilidade em dizer algo sério para alguém que esta me incomodando, sem esboçar um só sorriso solidário. E depois da saga em esperar a vaca da vizinha retornar ao cafofo dela, eu vou contar aqui como que foi o diálogo pitoresco que fui obrigada a ter para me ver livre do tormento da madrugada...
o filho da puta do andar de cima.
São 5:35 da manhã, e, bem, estou dando buscas no site do magazine luiza. E tentando encontrar meios de me distrair até o horário de ir para a Abril.
Algo me fez acreditar que eu não deveria perder a paciência com tudo isso. Mas é humanamente impossível achar normal que o seu vizinho, às 3:30 damanhã, esteja realmente arrastando-se pelo chão do quarto dele, arrumando gavetas e dando uma geral na casa. Sim, às 2:00, 3:00, 4:00 da matina.
É revoltante.
Acordei com a porra do video game deste infeliz, com tiros em alto e bom som, ecoando pelo meu quarto inteiro. Eu não queria acreditar que esse corno, filho da puta, retardado mental estava realmente jogando o mais barulhento de todos os games às 2:30 da manhã.
Interfonei para o infeliz:
- (o porteiro parece já saber o nome do infeliz, porque ele interfonou para lá já chamando-o de Felipe.)
- Olá, tudo bem? - eu fazendo um esforço descomunal para ser simpática
- Tudo bem!
- Você esta jogando resident evil ou algo assim?- meu senso de humor estava afinado.
- Ah, é um play station III.
- Ok, entendo que você gosta de jogar video game, mas poderia abaixar o som? Esta bem em cima do meu quarto. Não consigo dormir.
- Claro, sem problemas.
1 minuto depois, a vadia da mãe destes 2 infelizes- e acredito que sejam 2, porque enquanto um joga, o outro fica se arrastando pelo quarto, tirando gavetas e móveis do lugar.- chega. E começam a falar, como se fosse qualquer outro horário comercial do dia. E ai parece que o filho retardado- sim, um deles é retardado mental pelo que entendi- começa a arrastar mais ainda os móveis. E a cada objeto pesado que ele derrubava no chão, o meu sangue subia de ódio.
Eu notei que nem com os tampões eu conseguiria dormir. Porque o chão treme, a cada movimento que estes veados, filhos da puta, fazem.
Desencanei e resolvi usar o resto das minhas horas na internet. Isso claro, porque eu estava desde Às 2:30 da manhã rodopiando na cama- foram 3 horas infernais achando que eu conseguiria recuperar o meu sono. Em vão.
Outros episódios pitorescos ocorrem todos os dias com esta família de filhos da puta. O cara faz um check up de todos os seus aparelhos eletrônicos todos os dias, antes de dormir, gritando em sotaque nordestino:
- TV desligado! Som desligado!Video game desligado! Tudo outra vez!
E fica repetindo esta frase, again, and again, and again. Eu não sei que tipo de doença mental ele tem. Antes, eu até seria solidária em perguntar à mãezinha dele. Agora, eu simplesmente não quero saber. Estou decidindo se subo até lá agora, de manhã, e pergunto se eles sabem o que é ter que levantar cedo, trabalhar, estas coisas normais que as pessoas fazem... ou se eu simplesmente escrevo ao síndico uma carta, rezando para que o valor da multa seja tão alto que faça os ordinários mudarem de casa.
Minha ira só não tornou-se mais profunda, porque tive um final de semana maravilhoso e estou em paz com a vida. Mas este veado conseguiu me tirar do sério.
Algo me fez acreditar que eu não deveria perder a paciência com tudo isso. Mas é humanamente impossível achar normal que o seu vizinho, às 3:30 damanhã, esteja realmente arrastando-se pelo chão do quarto dele, arrumando gavetas e dando uma geral na casa. Sim, às 2:00, 3:00, 4:00 da matina.
É revoltante.
Acordei com a porra do video game deste infeliz, com tiros em alto e bom som, ecoando pelo meu quarto inteiro. Eu não queria acreditar que esse corno, filho da puta, retardado mental estava realmente jogando o mais barulhento de todos os games às 2:30 da manhã.
Interfonei para o infeliz:
- (o porteiro parece já saber o nome do infeliz, porque ele interfonou para lá já chamando-o de Felipe.)
- Olá, tudo bem? - eu fazendo um esforço descomunal para ser simpática
- Tudo bem!
- Você esta jogando resident evil ou algo assim?- meu senso de humor estava afinado.
- Ah, é um play station III.
- Ok, entendo que você gosta de jogar video game, mas poderia abaixar o som? Esta bem em cima do meu quarto. Não consigo dormir.
- Claro, sem problemas.
1 minuto depois, a vadia da mãe destes 2 infelizes- e acredito que sejam 2, porque enquanto um joga, o outro fica se arrastando pelo quarto, tirando gavetas e móveis do lugar.- chega. E começam a falar, como se fosse qualquer outro horário comercial do dia. E ai parece que o filho retardado- sim, um deles é retardado mental pelo que entendi- começa a arrastar mais ainda os móveis. E a cada objeto pesado que ele derrubava no chão, o meu sangue subia de ódio.
Eu notei que nem com os tampões eu conseguiria dormir. Porque o chão treme, a cada movimento que estes veados, filhos da puta, fazem.
Desencanei e resolvi usar o resto das minhas horas na internet. Isso claro, porque eu estava desde Às 2:30 da manhã rodopiando na cama- foram 3 horas infernais achando que eu conseguiria recuperar o meu sono. Em vão.
Outros episódios pitorescos ocorrem todos os dias com esta família de filhos da puta. O cara faz um check up de todos os seus aparelhos eletrônicos todos os dias, antes de dormir, gritando em sotaque nordestino:
- TV desligado! Som desligado!Video game desligado! Tudo outra vez!
E fica repetindo esta frase, again, and again, and again. Eu não sei que tipo de doença mental ele tem. Antes, eu até seria solidária em perguntar à mãezinha dele. Agora, eu simplesmente não quero saber. Estou decidindo se subo até lá agora, de manhã, e pergunto se eles sabem o que é ter que levantar cedo, trabalhar, estas coisas normais que as pessoas fazem... ou se eu simplesmente escrevo ao síndico uma carta, rezando para que o valor da multa seja tão alto que faça os ordinários mudarem de casa.
Minha ira só não tornou-se mais profunda, porque tive um final de semana maravilhoso e estou em paz com a vida. Mas este veado conseguiu me tirar do sério.
segunda-feira, 15 de setembro de 2008
ladeira
Eu subi aquela ladeira, e a chuva fina foi me desanimando, aos pouquinhos. Digo chuva fina, porque não quero dizer que o que me desanimou foram as lembranças. Aquelas lembraças, de não ter lembranças de coisas que eu gostaria de ter tido, e de ter tantas outras, que me prendiam para longe dali.
Mas no meio de tanta coisa, eu ainda achei tempo e me diverti. Me lembrei de um figuraça que trabalhava no brechó. Perdeu a graça depois que ele foi embora. A gente conversava sobre tudo, e às vezes eu nem me lembrava o nome dele. Mas depois fui ficando mais amiga, aos poucos, e tentei me aproximar mais. Mas coca ali era mato. Não estendia a noite porque sabia que não ia prestar, e acabei me afastando do mundo daquelas pessoas. As noites eram fantásticas, e eu ficava abismada com a capacidade que adquiri para caçar assunto com pessoas. Era me sentar no banco redondo do bar, pegar a pinga e esperar. Fotógrafo, aspirante à cineasta, duas caras, estudante, gente nova, gente muito velha, lésbicas. Vinha de tudo, e pra todo mundo eu tinha uma pergunta na língua, que desencadeava no mínimo um zilhão de palavras em resposta. Porque as pessoas realmente gostam de falar sobre elas mesmas, e se tem algo que eu sei fazer bem, é instigar tal comportamento.
Peguei o folheto da colação de grau, e descobri que tenho direito à 10 convidados... ahhahaha, quem vou chamar, para ir às 18h00 do rush para avenida santo amaro? Era para eu ter me formado ano passado... Vou sozinha, que afinal de contas não é nada demais assinar um papel que vai dizer que sou apenas mais uma publicitária sem exercer a função.
Este post esta cinzento demais, mas ainda não acho graça em escrever sobre as maravilhas que andam me acontecendo...
Depois eu ia embora no final da noite, às vezes correndo pra pegar o último metrô. Acabada, mas tão cheia de idéias, que elas me atrapalhavam para respirar. Eu sentia o peso, abandonava tudo quando abria a porta do apartamento, e o meu inferno recomeçava.
Mas no meio de tanta coisa, eu ainda achei tempo e me diverti. Me lembrei de um figuraça que trabalhava no brechó. Perdeu a graça depois que ele foi embora. A gente conversava sobre tudo, e às vezes eu nem me lembrava o nome dele. Mas depois fui ficando mais amiga, aos poucos, e tentei me aproximar mais. Mas coca ali era mato. Não estendia a noite porque sabia que não ia prestar, e acabei me afastando do mundo daquelas pessoas. As noites eram fantásticas, e eu ficava abismada com a capacidade que adquiri para caçar assunto com pessoas. Era me sentar no banco redondo do bar, pegar a pinga e esperar. Fotógrafo, aspirante à cineasta, duas caras, estudante, gente nova, gente muito velha, lésbicas. Vinha de tudo, e pra todo mundo eu tinha uma pergunta na língua, que desencadeava no mínimo um zilhão de palavras em resposta. Porque as pessoas realmente gostam de falar sobre elas mesmas, e se tem algo que eu sei fazer bem, é instigar tal comportamento.
Peguei o folheto da colação de grau, e descobri que tenho direito à 10 convidados... ahhahaha, quem vou chamar, para ir às 18h00 do rush para avenida santo amaro? Era para eu ter me formado ano passado... Vou sozinha, que afinal de contas não é nada demais assinar um papel que vai dizer que sou apenas mais uma publicitária sem exercer a função.
Este post esta cinzento demais, mas ainda não acho graça em escrever sobre as maravilhas que andam me acontecendo...
Depois eu ia embora no final da noite, às vezes correndo pra pegar o último metrô. Acabada, mas tão cheia de idéias, que elas me atrapalhavam para respirar. Eu sentia o peso, abandonava tudo quando abria a porta do apartamento, e o meu inferno recomeçava.
sábado, 30 de agosto de 2008
This is not home.
Tudo tem que ter um começo, mas considerando que este é o quinquagesimo blog que crio, não vou dar nenhum começo especial.
Há muito tempo que já não considero a casa de meus pais como a minha casa, mas isso vêm se tornando cada vez mais incômodo. É como se eles vivessem numa eterna atmosfera negra e triste, onde tudo gera discussão, problemas e infelicidade.
Eu sei o quanto as coisas podem não ir tão bem, mas há coisas na vida que acontecem de bom, e não precisam de dinheiro.
Talvez eu passe a semana inteira imersa em mil pensamentos egocentricos, e quando chega o final de semana mogiano, eu perceba que há alguns problemas que deixei para trás, mas que são extremamente perturbadores.
Eu fui criada dessa forma, pessimista master:
- porque você tem que sair todos os dias com tantas pessoas?
- porque você esta vestida desta forma?
- estude mais ainda.
- trabalhe mais.
- não saia deste emprego que vc não faz o que vc gosta, no futuro isso lhe fará bem.
- vai trazer gente em casa hj? cacete...
- vai sair de novo??
- voce não gosta da sua família.
Que me queimem na fogueira se estou falando merda. Chega a ser insuportável. Eles não tem mais jeito, eu acho que eles gostam de sofrer e se remoer em pensamentos pessimistas. E mesmo que eu tente explicar aqui, não vou conseguir.
*
Estou numa busca insana de ascensão profissional imediata, e ainda não consigo me decidir. No pain no gain, eu sei, mas no meu caso usar a cabeçorra criativa para multiplicação e divisão com reggrinha de x, 10 horas por dia, esta me intoxicando. Eu sou uma publicitária, manipuladora, maniqueísta ao extremo, criativa, e deveria usar meus neurônicos quimicamente perturbados apra algo mais ...interessante. Infelizmente isso não me dará grana, e eu não tenho comof azer uma manobra radical em meus planejamentos, largar tudo e começar do zero. Começar do zero implica em- deixar sp e voltar ao inferno mogiano; sem autonomia financeira, sem prazeres e noite boemias, ralação ao extremo- e 50% de chances de tomar no cú geral.
Eu acho que com tanta crise, preciso de um porre homérico hoje.
Há muito tempo que já não considero a casa de meus pais como a minha casa, mas isso vêm se tornando cada vez mais incômodo. É como se eles vivessem numa eterna atmosfera negra e triste, onde tudo gera discussão, problemas e infelicidade.
Eu sei o quanto as coisas podem não ir tão bem, mas há coisas na vida que acontecem de bom, e não precisam de dinheiro.
Talvez eu passe a semana inteira imersa em mil pensamentos egocentricos, e quando chega o final de semana mogiano, eu perceba que há alguns problemas que deixei para trás, mas que são extremamente perturbadores.
Eu fui criada dessa forma, pessimista master:
- porque você tem que sair todos os dias com tantas pessoas?
- porque você esta vestida desta forma?
- estude mais ainda.
- trabalhe mais.
- não saia deste emprego que vc não faz o que vc gosta, no futuro isso lhe fará bem.
- vai trazer gente em casa hj? cacete...
- vai sair de novo??
- voce não gosta da sua família.
Que me queimem na fogueira se estou falando merda. Chega a ser insuportável. Eles não tem mais jeito, eu acho que eles gostam de sofrer e se remoer em pensamentos pessimistas. E mesmo que eu tente explicar aqui, não vou conseguir.
*
Estou numa busca insana de ascensão profissional imediata, e ainda não consigo me decidir. No pain no gain, eu sei, mas no meu caso usar a cabeçorra criativa para multiplicação e divisão com reggrinha de x, 10 horas por dia, esta me intoxicando. Eu sou uma publicitária, manipuladora, maniqueísta ao extremo, criativa, e deveria usar meus neurônicos quimicamente perturbados apra algo mais ...interessante. Infelizmente isso não me dará grana, e eu não tenho comof azer uma manobra radical em meus planejamentos, largar tudo e começar do zero. Começar do zero implica em- deixar sp e voltar ao inferno mogiano; sem autonomia financeira, sem prazeres e noite boemias, ralação ao extremo- e 50% de chances de tomar no cú geral.
Eu acho que com tanta crise, preciso de um porre homérico hoje.
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